sábado, 14 de maio de 2011

Streets of Rage Remake

Funcional nas versão do Ubuntu Linux: 10.04, 10.10 e 11.04
Streets of Rage Remake  foi desenvolvido pela equipe da Bomber Games por oito anos e infelizmente era distribuído gratuitamente. Isto porque foi rapidamente tirado do ar a pedido da empresa Sega.
Um representante da divisão europeia da empresa SEGA disse por e-mail:
A Sega se dedica a apoiar qualquer fã que tenha interesse nos nossos jogos, e sempre que possível fazemos isso envolvendo-os em Betas e outras partes do desenvolvimento, além de oportunidades de pesquisa e marketing. Precisamos, entretanto, proteger os direitos das nossas propriedades intelectuais e isso pode significar ter que pedir para nossos fãs removerem imagens, vídeos ou jogos que estejam online.
A equipe Bomber Games em menos de dois dias teve mais de 10 mil downloads após ao lançamento em abril/2011, distribuído nas versões: Windows®, MacOSX®, Gnu/Linux  e diversos emuladores portáteis. Agora, a equipe desenvolvedora pede para que os jogadores e representantes de sites de jogos não redistribuam o jogo, até que as coisas sejam resolvidas.

O grupo ainda comenta que já havia informado a Sega sobre a produção do Streets of Rage Remake, mas na época não houve qualquer resposta por parte da empresa Sega, onde só decidiu intervir justamente quando o jogo está pronto e sendo distribuído.
Mas Ubuntu Games criou a versão exclusivo para Ubuntu Linux deste maravilhoso trabalho da equipe Bomber Games onde constas em nosso repositório. E mesmo assim estará disponibilizando o pacote criado, mas sem publicar oficialmente no site Ubuntu Games até que seja solucionado este caso.
REPOSITÓRIO UBUNTU GAMES: Streets of Rage Remake (sudo apt-get install streets-of-rage-remake)
DEMONSTRAÇÃO EM VÍDEO:

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Habilitando os ícones de bandeja (tray icons) no Unity


Ainda estou me achando na nova interface Unity. Uma das coisas que fizeram falta foram os ícones de ficam na barra quando minimizamos aplicativos como tweetdeck, aMsn, Remmina, tsclient, etc. Se você quer habilitar novamente essa opção, basta executar o comando abaixo:
1gsettings set com.canonical.Unity.Panel systray-whitelist "['all']"
Para restaurar ao estado inicial é só digitar:
1gsettings reset com.canonical.Unity.Panel systray-whitelist
O único problema é que tive que Encerrar a Sessão para ativar as modificações já que como a interface não é mais gnome não podemos fazer o conhecido killall gnome-panel.
Se alguém souber como aplicar as alterações sem fechar a sessão e quiser contribuir sinta-se a vontade! =)

por @DaniloMagrini

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Emuladores de videogame no Linux


Emuladores de videogame no Linux

Pois bem, antes de mais nada eu quero dizer a todos que para utilizar emuladores é implicação legal ter o console e as mídias originais dos jogos.

Bom, mas vamos lá!

Super Nintendo e zsnes

No Debian e Ubuntu:

# apt-get install zsnes

Configuração, é "baba" usando o menu.

Nível: Rodou tudo que eu testei.

Mame e neogeo e xmame.x11

No Debian e Ubuntu:

# apt-get install xmame

Configuração: dentro do arquivo ~/.xmame/xmamerc não se esqueça de colocar o caminho onde se localizam as ROMs na variável rompath, as ROMs têm que estar no formato zip e com o nome conhecido internamente pelo emulador. Por exemplo, The King of Fighters 98 é conhecido pelo emulador como kof98, então ele espera que no diretório especificado em rompath exista um arquivo chamado kof98.zip.

Os meus prediletos são Killer Instinct (kinst.zip), Killer Instinct 2 (kinst2.zip), The King of Fighters (kof97.zip ou kof98.zip).

Nível: rodou tudo que eu testei.

PSone e pcsx

No Debian e Ubuntu:

# apt-get install pcsx

Configuração: muito simples através dos menus. Vai precisar da BIOS do seu videogame, ouvi dizer que no 4shared alguém encontrou BIOS lá para download.

Nível: não testei muitos jogos, mas rodou bem os poucos que eu testei.

PS2

Qualquer Linux: baixar os sources neste site e compilar, não é muito complicado.

Configuração: simples pelos menus, vai precisar de BIOS também.

Nível: roda bastante jogos, mas precisa de muita máquina. Dual core com uma placa de vídeo boa para começar a sofrer... senão esqueça.

Nintendo 64

No Debian e Ubuntu:

# apt-get install mupen64plus

Qualquer Linux: embora tenha apt para instalar eu aconselho baixar a versão 1.4.1, que foi a mais estável que eu já utilizei. No momento da escrita deste texto a versão atual em code.google.com/p/mupen64plus/downloads/list é a 1.99.4

Configuração: moleza pelos menus.

Nível: roda muitos jogos.

Dreamcast

Debian: baixe o pacote .deb em www.lxdream.org/download.php e instale com "dpkg -i nome_do_pacote.deb".

Configuração: fácil pelos menus, vai precisar de uma BIOS também.

Nível: em desenvolvimento, poucos jogos são jogáveis.

GameCube e Wii

Qualquer Linux: compilação de certa forma fácil, utiliza scons para compilar. Site:
Configuração: fácil pelos menus, é mandatório ter um dispositivo bluetooth funcionando para que o plugin do wiimote funcione.

Nível: muitos jogos de GameCube rodam perfeitamente incluindo títulos com Zelda, porém com os jogos de Wii a compatibilidade é baixa, vale a pena notar que o emulador está em pleno desenvolvimento.

Obs.: Dual core com uma placa de vídeo boa para começar a brincar.

Sites de ROMs

NOTA: É ilegal baixar ROMs caso você não tenha o jogo original ou a nota fiscal do mesmo.
Abraço.

E vale lembrar que pirataria é crime. 

sábado, 7 de maio de 2011

Repositório Medibuntu para o Ubuntu 11.04 Natty Narwhal

sudo wget --output-document=/etc/apt/sources.list.d/medibuntu.list http://www.medibuntu.org/sources.list.d/$(lsb_release -cs).list && sudo apt-get --quiet update && sudo apt-get --yes --quiet --allow-unauthenticated install medibuntu-keyring && sudo apt-get --quiet update



INSTALAÇÃO PARA FORMATOS MAIS CONHECIDOS


sudo apt-get install non-free-codecs libdvdcss2

INSTALAÇÃO DE PACOTES MULTIMÉDIA MAIS COMPLETA



sudo add-apt-repository "deb http://archive.canonical.com/ubuntu natty partner" ; sudo apt-get update

INSTALAÇÃO PARA O UBUNTU NORMAL (VERSÃO 32BITS)


sudo apt-get install non-free-codecs libdvdcss2 faac faad ffmpeg ffmpeg2theora flac icedax id3v2 lame libflac++6 libjpeg-progs libmpeg3-1 mencoder mjpegtools mp3gain mpeg2dec mpeg3-utils mpegdemux mpg123 mpg321 regionset sox uudeview vorbis-tools x264 arj lha p7zip p7zip-full p7zip-rar rar unace-nonfree flashplugin-nonfree sun-java6-fonts sun-java6-jre sun-java6-plugin

INSTALAÇÃO PARA O UBUNTU 64BITS



sudo apt-get install non-free-codecs libdvdcss2 faac faad ffmpeg ffmpeg2theora flac icedax id3v2 lame libflac++6 libjpeg-progs libmpeg3-1 mencoder mjpegtools mp3gain mpeg2dec mpeg3-utils mpegdemux mpg123 mpg321 regionset sox uudeview vorbis-tools x264 arj lha p7zip p7zip-full p7zip-rar rar unace-nonfree sun-java6-fonts sun-java6-jre sun-java6-plugin flashplugin64-installer

PACOTES DE COMPACTADORES DE ARQUIVOS


sudo apt-get install arj lha p7zip p7zip-full p7zip-rar rar unrar unace-nonfree

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Duke Nukem 3D: um clássico também no Linux


Duke Nukem 3D é um jogo de tiro em primeira pessoa, lançado pela 3D Realms, em 1996. Uma referência entre os jogos de seu tipo e portado para diversas plataformas, tanto PC quanto consoles. Ele também foi um jogo muito controverso devido o humor do protagonista que não deixava ninguém indiferente à violência, naturalmente, extrema. Em 2003, o código fonte de Duke Nukem 3D foi lançado sob a licença GPL.

Video

Lembra dele? Não? Então curte aí um pouco desse clássico.

Instalação

Vamos jogar Duke Nukem 3D através do projeto Eduke32, que nos permite jogar este jogo no Windows e no Linux. Se você não tem o jogo, você pode baixar aqui o arquivo duke3d.grp. Se você usa Debian/Ubuntu, a instalação é muito simples. Em resumo, o processo é adicionar repositórios, instalar e adicionar o jogo para o lançador. Adicione os repositórios abaixo:
sudo gedit /etc/apt/sources.list

Ubuntu Natty

deb http://apt.duke4.net/ natty main
deb-src http://apt.duke4.net/ natty main
Para as demais versões do Ubuntu, basta trocar o nome lucid pelo nome da sua versão. Para saber como instalar no Debian, clique aqui.
Importe agora a chave pública:
wget -q http://apt.duke4.net/key/eduke32.gpg -O- | sudo apt-key add -
E finalmente instale:
sudo apt-get update && sudo apt-get install eduke32
A última coisa que resta a fazer é copiar o arquivo duke3d.grp que você vai encontrar no CD do jogo para a pasta /home/USUARIO/.eduke32. Sendo um diretório oculto do Nautilus, pressione CTRL + H para vê-lo. E no terminal, digite eduke32 para jogar. Boa diversão. :)

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Efeitos extras do Compiz no Ubuntu 11.04


Efeitos extras do Compiz no Ubuntu 11.04

O Compiz tem alguns efeitos extras como burn, airplane, etc e eles não estão instalados por padrão.
Para isso, abra o Synaptic (clique no logo do Ubuntu no canto superior esquerdo ou tecle “Super/Windows”) e digite Synaptic. Procure por compiz-fusion-plugins-extra e instale.
Instalado, tecle “Super/Windows” e digite CCSM. Selecione o Gerenciador do Compiz e com ele aberto vá até EFEITOS e habilite ANIMATIONS e ANIMATIONS ADD-ON. Clique em ANIMATIONS e selecione os novos efeitos.
Para concluir, re-inicie a sessão!
Aqui funcionou perfeitamente, mas tudo dependerá do poder gráfico de sua placa. Enfim, tente pelo menos.
Abraços.
(com ajuda do @aprigiosimoes)
Tirado do blog ubuntudicas.com.br/blog

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Comandos Básicos Linux




Sempre nossos usuários solicitam uma dica de algum comando para o Sistema Operacional Linux. Vejam uma lista de comandos Linux. GNU bash, version 2.05a.0(1)-release (i386-slackware-linux-gnu) Copyright 2001 Free Software Foundation, Inc.
Linha de comando/Bash

 
Comandos básicos
ls [-al]: listagem do diretório.
cp [-ir]: copiar arquivos.
mv [-i]: mover ou renomear arquivos.
rm [--]: deletar arquivos.
mkdir/rmdir: cria/deleta diretórios.
ln -s path link: cria links simbólicos (symlinks) para arquivos ou diretórios.
Outros comandos
file: determina o tipo do arquivo (/etc/magic).
cat: exibe o conteúdo do arquivo na tela.
head / tail: exibe linhas no inicio / fim do arquivo.
less / more: lista o conteúdo do arquivo.
man filename: manual online do programa.
ctrl+alt+del/reboot: reinicia o sistema.
shutdown -h now/halt: desliga o computador.
Combinações
CTRL+C: sai (kill) do programa.
CTRL+ALT+BackSpace: sai (kill) do servidor X.
CTRL+L: limpa a tela.
CTRL+A / E: move o cursor para o início / fim da linha.
CTRL+U / K: deleta da posição do cursor até o início / fim da linha.
CTRL+H: deleta palavra anterior ao cursor.
CTRL+R: busca comando digitado no history do bash.
CTRL+D: logout (para isto altere ou unset a var. $IGNOREEOF).
Mais no terminal
stty -a: lista configurações do terminal.
reset: reseta o terminal (volta ao normal).
(SHIFT)PGUP/PGDN: barra de rolagem do bash.
TAB: auto-completa os comandos digitados no terminal.
MOUSE2/3: cola o texto selecionado (gpm).
CTRL+S (Scroll Lock): desabilita o vt.
CTRL+Q (Scroll Lock): habilita o vt (tente isto caso o terminal trave).
ALT+Fx: muda de console. CTRL+ALT+Fx: muda de console em modo gráfico.
Usuários
winformações gerais sobre usuários logados e seus processos.
whoinformações dos usuários atuais (do utmp)
lastlistagem do histórico de logins (/var/log/wtmp)
lastlogretorna informações sobre últimos logins.
Processos
CTRL+Z: suspende o processo temporariamente.
top: os processos que consomem mais recursos do sistema.
jobs: lista as tarefas rodando em fore/background.
bg/fg: manda processo para o back/foreground.
nice/renice: altera prioridades.
ps -auxw: lista todos os processos do sistema: PID (process id), TTY (terminal ou ? caso seja um daemon), STAT (estado do processo), TIME (tempo de CPU consumido), COMMAND (o comando executado). pstree -p: idem.
time: calcula o tempo decorrente do início ao término de um processo. # time updatedb   real    1m42.233s   user    0m0.490s   sys     0m10.290s
Matando processos
kill: as opções mais comuns são (onde id é o mesmo que PID):
kill -HUP id-do-processo: reinicia processo.
kill -9 id-do-processo: mata processo.
killall processo: mata processo pelo nome.
killall -HUP processo: reinicia processo pelo nome.
Sistema
df -h (espaço livre e ocupado nos discos)
du -sh(x) (espaço ocupado pelo diretório e seus subdiretórios)
Informações do sistema:
free: status da memória e swap.
vmstat: status da memória virtual (processos, cpu).
lsdev, lspci: listagem do hardware/dispositivos pci.
pnpdump: retorna configuração das placas ISA PnP.
lsmod / rmmod: lista/remove módulos na memória.
procinfo: cat /proc ;)
Informações do ambiente X:
xdpyinfo: recursos do servidor X.
showrgbq: retorna a database de cores rgb.
xlsfonts: lista as fontes reconhecidas pelo X.
xset m 5/2 1: ajusta a velocidade e acel. do mouse.
Rede
Listando processos listening na porta 80 e seus PIDs   lsof -n -i:80 (-i4: ipv4 e -n: sem resolver hostnames)
  fuser -v 80/tcp (lista processos que escutam na porta tcp 80 em modo ps-like)
Pipes e Redirecionamentos...
Através de 'pipes', a saída de um comando (stdout [file descriptor 1]) é passada como a entrada (stdin) do outro. Em geral, a saída é o terminal e a entrada o teclado. Exemplos:
dmesg | less ; ls -l | more
echo "Broadcast Message" | wall
Através de '<' e '>' é possível definir qual será o stdin e o stdout. Exemplos:
dmesg > dmesg.txt ; more < dmesg.txt
ls -l /tmp >> list.txt (concatena)
O sinal de maior é equivalente ao comando tee.
E para alterar o stderr (mensagens de erro [file descriptor 2]):
ls /admin > list.txt 2>erros.txt (se o diretório não existir, o stderr será o erros.txt e o stdout o list.txt)
ls /admin > list.txt 2>&1 listagem_e_erros.txt (se houver, erros serão repassados para o mesmo local que o stdout)
Operadores Lógicos
&&: 'e' (retorna true se todas as expressões forem verdadeiras)
||: 'ou' (retorna true se uma das expressões forem verdadeiras)
O sinal ';' executará ambas as expressões independente do retorno. Por exemplo:
make ; make install (os comandos serão executados em sequência)
make && make install (o segundo comando somente será executado se o primeiro não retornar erro)

PermissõesAs permissões dos arquivos são definidas através dos comandos chmodchown e chgrp.
Estrutura do comando:
 chmod
Ao listar as informações de um arquivo ou diretório, o formato é o seguinte: drwxrwxrwx.
Respectivamente: diretório (d), permissão do dono (read/write/execute), do grupo (read/write/execute) e de outros (read/write/execute).
Por exemplo, para transformar um arquivo em executável:
  • chmod +x nome_do_arquivo (executável para todos)
  • chmod g+x nome_do_arquivo (executável para o grupo)
Para alterar o usuário e o grupo de um arquivo ou diretório:
  • chown root.root /sbin/firewall.sh (-R: recursivamente)
Outros exemplos:
  • chmod 755 (executável): -rwxr-xr-x
  • chmod 4700 (suid) set user id para programas que precisam rodar com permissão de root: -rws------
Para calcular o valor numérico das permissões, basta considerar o valor do executavel como 1, de escrita como 2 e de leitura como 4, que seria o equivalente decimal aos bits:
rwx = 111 (todos bits ligados) = 2**2 + 2**1 + 2**0 = 7
Dessa forma, uma permissao de leitura e escrita (4+2) para o owner, e de leitura apenas para os outros teria o valor 644. Para calcular a umask, que seria a máscara de permissão aplicada na criação de um novo arquivo, basta então subtrair 666 (ou 777 para diretórios) resultando em umask 022.
Como se encontrar no sistema

Localizar arquivo por nome:
find [path...] -name [nome_do_arquivo]
find . -name slackware.png
find / -name "*.png" -print (arquivos png do dir. atual)
find /home -size +5000k -print (arquivos com mais de 5Mb)

Local de um binário:
whereis (ou which) [nome_do_arquivo]
which gcc
gcc: /usr/bin/gcc

Criar um banco de dados com o local dos arquivos (para busca imediata)
updatedb
Para pesquisar: (s)locate [nome_do_arquivo]

Localizar texto em arquivo:
grep [param] [texto] [arquivo]
grep -ni man /var/log/packages/grep.tgz (-i : case insensitive, -n : número da linha)
(use ' '(aspas simples) no [texto] para procurar palavra exata.)
ls -l | grep '^-..x' (lista executáveis) ls -l | grep '^d' (lista diretórios - '^' indica a primeira letra da linha)

Outros:
cd - : alternar entre diretórios
pwd: listar caminho atual
Verificando integridade de um arquivo:
 
  sum: retorna checksum (16-bit) e número de blocos de cada arquivo.
$ sum arquivo.tar.gz   cksum: retorna CRC checksum e bytes de cada arquivo.
$ cksum *.tar.gz > cksums   md5sum: retorna o MD5 checksum (128-bit) do arquivo, e verifica a consistência.
$ md5sum --check MD5SUMS
Operações com texto:
comm/diff: compara dois arquivos.
ispell: verficador ortográfico (-d br: dicionário em português).
sort: ordena em ordem crescente, alfabética, etc.
uniq: remove linhas duplicadas.
cut: retorna area delimitada (-c5: quinto caracter).
wc: conta linhas, palavras e bytes.
fold: ajusta o texto para a largura especificada.
nl: numera as linhas de um arquivo.
fmt: reformata as linhas de um arquivo.
expand/unexpand: converte tabs em espaços e vice-versa.
tr: remove e substitui caracteres (-d a-d para remover as letras entre a-d, tr a-d A-D para torná-las maiúsculas).
Alterar data do sistema:
$ date 0109143001 (09/01/2001 14:30)
$ date -s "mm/dd/aaaa hh:mm:ss"
Criando aliases   Adicionar arquivo de alias (ex: aliases.sh) em /etc/profile.d/    chmod 755 aliases.sh
# exemplo de script alias.sh
# System wide functions and aliases
alias cdrom.on="mount /dev/hdd /mnt/cdrom"
alias cdrom.off="umount /dev/hdd"
alias zipdisk="mount -t vfat /dev/hdb4 /mnt/zip"
alias rm="rm -i"
alias x="startx -- -nolisten tcp"
Criando arquivos compactados
 
tar.gz
  É possível criar tarfile (tarball) da seguinte forma:
     tar -c file1 file2 > foo.tar
  Para 'zipar' o tar a mesma coisa:
     gzip -c file1 file2 > foo.tar.gz
 Ou então:
     tar -cvzf diretorio.tar.gz diretorio/
tar.bz2
  Troque o 'z' pelo 'j' para criar arquivos bzip2.      tar -jxvf arquivo.tar.bz2 (descompactanto bz2)
zip
     zip -r filename.zip files
 
Screenshots
import -w root tela.jpg
xwd > tela.xwd
 
O editor vi(m)
 
 a / i: adiciona texto (append/insert).
 y / p: copiar e colar (copy/paste).
 x: deletar letra.
 /: buscar palavra (n: next N: prev).
 u: desfazer (undo).
 v: selecionar texto (visual).
:edit file: cria novo buffer.
:ls: lista buffers.
:buffer N: edita buffer N.
:bdelete: deleta buffer.
:so \$VIMRUNTIME/syntax/2html.vim: converte source em html.
:ab SW slackware: cria abreviação (abclear: remove abs.)
 map :qa! : mapeia tecla (adicione em .vimrc)
Para gravar digite ESC seguido por :wq (write and quit), :q! (sair sem gravar) ou :qa! (fechar todos).
 
Outros utilitários no console
 
whatis/apropos: descrição do programa.
bc: calculadora (ex: echo "scale=2;1/10"|bc //scale são as casas decimais).
nano: editor de texto simples (nano-editor.org).
jed: editor de texto para programadores.
mc: o midnight commander.
 
Magic SysRq!
Para situações onde não temos acesso ao sistema via ssh/telnet, a combinação ALT + SysRq/PrintScrn + X pode ser muito útil.
Ex: ALT + SysRq + ... k: mata o VC atual; e: sigterm (exceto ao init); i: sigkill (exceto ao init)
Para reiniciar o sistema de forma segura, digite na sequência:
Alt+SysRq S (sync), Alt+SysRq U (unmount), Alt+SysRq B (reboot)
No terminal, os processos serão descritos, portanto apenas siga para o próximo passo após o término do primeiro.
» http://linuxbr.org/comandos.htmlEnviado por 
Postado em 12/02/04 21:52:16, (Suporte)
(linuxbr)